quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Relembrar é viver: falando em trabalho escravo...

E já que um dos assuntos da semana foi  o trabalho escravo, graças a repercussão do programa A Liga, da Tv Bandeirantes, que flagrou trabalho escravo na produção de diversas griffes famosas, vamos relembrar um antigo clamor popular: A PEC 438/2001.

A luta continua!

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Manda quem pode, obedece quem tem juízo!



Então a coisa funciona assim: Segundo a materia da folha, José Sarney (sempre ele!) não se faz de rogado e utiliza o helicoptero da PM do Maranhão como seu "táxi" particular e, segundo ele, totalmente dentro da lei.
Sim, porque deve existir uma lei que diz: Se é Sarney, pode tudo!

Confira o absurdo na materia completa, inclusive com cenas do desembarque do Presidente do Senado, com familia e empresario amigo usando o helicoptero e atrasando o resgate a um trabalhador com fratura de crânio... clique aqui.

domingo, 21 de agosto de 2011

O MST segundo Dom Pedro Casaldáliga

Um testemunho de quem fez da luta dos desfavorecidos, a sua luta!



quarta-feira, 17 de agosto de 2011

A Liga: sem medo de mostrar as entranhas do trabalho escravo no Brasil!

Foi um programa caprichado... e revoltante. A Liga conseguiu descrever o drama de trabalhadores em condição análoga á escravidão...e que nem sabem disso. Vivem com medo e sem esperança, trabalhando de sol a sol, sendo enganados por "gatos" ou mesmo grandes corporações. Conheça mais esta história de vergonha no país que insistem em se achar o "futuro"!

Clique na foto e assista.

sábado, 13 de agosto de 2011

Blog do Sakamoto: Como entender a situação dos jovens londrinos.

Uns chamam de vandalismo. Mas é democracia.



Quem vê pela TV o quebra-quebra e o fogaréu instalado em bairros de Londres e ouve as análises rasas de muitos “especialistas” e pitaqueiros de plantão imagina que a rebordosa se deu por grupos de criminosos inescrupulosos que querem destruir a pax britânica. Nada ou muito pouco sobre o desemprego e o desalento, a falta de perspectivas para os jovens, o corte de políticas sociais, a crise econômica e a longa recessão e a reação despropositada da incensada polícia inglesa. Que assassinou Jean Charles de tão preparada que é para lidar com situações-limite…


Nós jornalistas contribuímos com a manutenção desse pensamento raso quando tentamos simplificar um tema complexo como esse sem o devido cuidado. Há baderneiros, criminosos e aproveitadores entre os que protestam? Sim, claro. Sempre há. Mas por isso, vamos considerar a parte como o todo, numa metonímia preguiçosa, para dizer o mínimo, e ignorar que esse é um problema estrutural e não simplesmente um “caso de polícia”? Pelo jeito, sim, vamos. (Leia mais, clicando aqui.)







sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Zorra Total - Desrespeito não combina com humor!

Abuso sexual não tem graça




Talvez você não perceba. Talvez até ache graça. Mas a violência contra as mulheres está sendo incentivada dentro da sua casa, de forma nada sutil, no humorístico Zorra Total. No principal quadro do programa, chamado “Metrô Zorra Brasil”, todos os sábados à noite, duas amigas travam um diálogo dentro do vagão lotado. Na fórmula do roteiro, lá pelas tantas, em todos os episódios, um sujeito se aproxima, encosta e bolina a mulher de várias formas. No episódio do dia 9 de julho, o quadro mostrou a mulher sendo “tocada” em suas partes íntimas com a “batuta” de um maestro.

A mulher atacada, Janete (Thalita Carauta), cochicha com sua amiga Valéria (Rodrigo Sant’anna), que, ao invés de defendê-la, diz: “aproveita. Tu é muito ruim, babuína. Se joga”. A claque ri.

O ataque relatado pelo programa acontece todos os dias com milhares de mulheres no nosso país. Só nós mulheres podemos medir a humilhação pela qual passamos nos trens e ônibus lotados e suas consequências. Não tem graça.

No metrô de São Paulo, o mais lotado do mundo, numa manhã de abril, uma jovem trabalhadora foi violentada sexualmente num vagão da linha verde, considerada uma das melhores. Um crápula a segurou pelo braço, ameaçou, enfiou a mão sob sua saia, rasgou sua calcinha e a tocou. Os passageiros perceberam, tentaram agir, mas o homem fugiu. O caso foi registrado como estupro na 78º DP da capital paulista. Impossível rir disso.

Mas o Zorra Total foi longe demais. O quadro do programa incentiva a violência contra às mulheres e o estupro, de uma forma sistemática, já que o ataque é parte da estrutura permanente do texto. Ou seja, todas as semanas, a Rede Globo diz que as mulheres que sofrem abuso sexual devem “aproveitar” e “agradecer”, como se fosse uma dádiva.

Repete a lógica do humorista Rafinha Bastos que, pelo Twitter, escreveu que as feias deveriam agradecer ao serem estupradas. E está sendo processado por isso.

O quadro tem alcançado liderança de audiência nas noites de sábado, atingindo cerca de 25 pontos de audiência. Ou seja, milhões de lares recebem toda semana a mensagem de que é natural abusar sexualmente de mulheres no metrô, nos trens, nos ônibus. Não é preciso muito para saber que o quadro certamente terá efeitos sobre esse público, naturalizando a violência contra a mulher, diminuindo a gravidade de um crime, tornando-o algo menor, sem importância.

Essa brincadeira não tem graça. É no mínimo lamentável que o talento da dupla de humoristas esteja sendo desperdiçado em um quadro que incentiva o ataque às mulheres trabalhadoras. É revoltante que a emissora líder mantenha um programa que defende práticas tão nefastas, num país onde uma mulher é violentada a cada 12 segundos; onde uma mulher é assassinada a cada duas horas; onde 43% das mulheres sofrem violência doméstica.



Suely Akemi

Prefeitura de Guarulhos

Secretaria de Desenvolvimento Urbano
 

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

O Implicante: Vídeo-verdade sobre o governo PT!



O vídeo do Implicante  mostra que o governo Dilma Rousseff (codinome adotado por Lula no terceiro mandato) vem reduzindo espetacularmente o intervalo entre um escândalo e outro. A periodicidade era mensal, passou a semanal e, como informa a entrada em cena da quadrilha turística, tornou-se diária.

Do blog de Augusto Nunes - Veja aqui.